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Gestão de produtos químicos: autoconfiança x segurança do trabalho

Confiar em si mesmo é uma qualidade essencial para quem deseja manter um alto desempenho, principalmente em ambientes corporativos. No entanto, quando o assunto é a gestão de produtos químicos e os seus riscos, a autoconfiança pode prejudicar a segurança do trabalho.

Afinal, esse comportamento de segurança e autoafirmação é um fator decisivo para realizar as atividades, delegar as tarefas e manter tudo sob controle. O que, inclusive, influencia no desenvolvimento de processos.

Mas tudo que é demais também traz impactos negativos. E o excesso de confiança pode significar uma série de problemas na gestão de produtos químicos no ambiente de trabalho.

Para entender melhor este conceito e como encontrar o equilíbrio, continue a leitura do nosso texto!

Leitura recomendada: Riscos químicos no trabalho: como funciona a avaliação qualitativa

O que é a autoconfiança?

É a autoconfiança que nos impulsiona a ter coragem para enfrentar as adversidades. Além disso, por meio da crença no próprio potencial, ajuda na motivação e no engajamento.

Assim, a autoconfiança nada mais é do que a característica de estar plenamente convicto a respeito de sua capacidade de realizar alguma ação. 

No trabalho, a autoconfiança se apresenta quando a pessoa tem plena certeza de seus conhecimentos em determinada área. Ou quando confia muito na capacidade que tem de desenvolver alguma atividade. 

Por meio de estudos e especializações na área de atuação, é possível se construir a autoconfiança. Da mesma forma, pode-se obter experiência e também proporcionar crescimento pessoal.

Mas, como tudo que existe, quando em excesso pode acabar se transformando em algo prejudicial. Como consequência, pode comprometer o desempenho profissional e o entrosamento com a equipe. 

Portanto, o excesso de confiança pode ocasionar diversos problemas no local de trabalho e veremos de que forma isso acontece.

1. Prejuízo nas relações interpessoais

No ambiente de trabalho, a autoconfiança é essencial quando consideramos a necessidade de se relacionar com as demais pessoas. Porém, o excesso de confiança pode prejudicar a forma como um funcionário se relaciona com os colegas e com os gestores. 

Esse excesso pode fazer com que uma pessoa pareça arrogante, que não aceita opiniões diferentes e que tenha dificuldade em seguir regras e ordens.

2. Exposição aos riscos 

O profissional muito experiente e que desempenha a mesma função há muito tempo acaba adquirindo uma grande confiança em seu desempenho. 

O resultado é que o trabalhador passa a realizar a tarefa automaticamente, perdendo a atenção e o foco. Então, deixa de seguir os procedimentos e negligencia os detalhes daquele trabalho. Com isso, pode se expor a riscos e envolver outras pessoas em acidentes de trabalho.

Especificamente em empresas com gestão de produtos químicos, essa falta de atenção e negligência pode ser altamente prejudicial. Isso porque muitos profissionais deixam de usar os equipamentos de segurança (EPI) de forma adequada devido à confiança excessiva.

De maneira inconsciente, tais funcionários adotam o pensamento da antiga crença de que “não acontecerá comigo”. O que leva os colaboradores a assumirem riscos desnecessários e que podem causar perdas irreparáveis. 

Outro aspecto negativo é que o trabalhador acredita que já sabe tudo e que não precisa mais participar de treinamentos. Logo, quando precisam estar presentes em cursos, fazem com desinteresse, entrando em um processo de estagnação. O que afeta seu empenho, sua visão crítica e seus resultados. 

Leia também: Insalubridade e Periculosidade no âmbito da segurança do trabalho

3. Acidentes de trabalho

Como vimos logo acima, a autoconfiança pode causar exposição desnecessária a riscos. O que acarreta em acidentes de trabalho, principalmente, na gestão de produtos químicos. No Brasil, as estatísticas mostram que estes acidentes são um grande problema a ser combatido.

De acordo com relatórios do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, do Ministério Público do Trabalho, em 2018, ocorreram 623,8 mil acidentes do trabalho no país. Isso considerando apenas a população com emprego regular. No total, foram mais de dois mil mortos.

Esses números nos levam a refletir se muitos desses acidentes não ocorreram por excesso de confiança e avaliação equivocada dos riscos. 

Veja exemplos de atitudes que podem gerar acidentes e que possuem como motivação o excesso de confiança:

1) Transporte de produtos químicos:

2) Negligência no uso de EPIs:

3) Atos inseguros:

Leia também: Percepção do risco químico e os acidentes químicos e nucleares

Equilíbrio para uma gestão de produtos químicos saudável

Ter confiança em si mesmo e no seu trabalho é saudável, justo e necessário. Porém, quando em excesso, pode ser prejudicial. 

Para ter equilíbrio, é preciso que, juntamente com a confiança, haja cautela, humildade, atualização e capacitação. 

Os treinamentos adequados melhoram a percepção quantos aos riscos existentes nas tarefas a serem executadas. Assim, trazem segurança na gestão de produtos químicos e evitam a ocorrência de acidentes.

Para qualificar a sua equipe quanto aos riscos existentes no manuseio de produtos químicos, armazenamento e gerenciamento seguro, conte com uma consultoria especializada.

Com especialistas em segurança e gestão química, a Chemical Risk realiza uma série de treinamentos in company para a sua empresa. 

Atuamos com foco em gestão do risco químico, manuseio seguro, segurança do trabalho, percepção de risco, toxicologia ocupacional e muito mais.

Se quiser contratar cursos online, também temos duas opções para os colaboradores: manuseio de produtos químicos e classificação, rotulagem, GHS e FISPQ

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